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dc.contributor.advisorBASTOS, A. C.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:42:58Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:42:58Z-
dc.identifier.citationSILVA, A. E., Evolução Sedimentar Recente ao Longo de uma Plataforma Continental Contrastante de Sedimentaçãopor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/9153-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEvolução Sedimentar Recente ao Longo de uma Plataforma Continental Contrastante de Sedimentaçãopor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberREIS, A. T.
dc.contributor.memberSILVA, C. G.
dc.contributor.memberQuaresma, V.S.
dc.contributor.memberALBINO, J.
dcterms.abstractConsiderando que os depósitos sedimentares na plataforma continental são resultado de uma ampla variedade de fatores, como variações do nível do mar, suprimento sedimentar, paleotopografia, subsidência, entre outros; estudos que retratem a evolução de plataformas continentais contrastantes ao longo de um trecho costeiro contínuo podem permitir a melhor compreensão de como estes fatores influenciam a distribuição dos sedimentos ao longo de ciclos de variação do nível do mar. Desta forma, esta Tese busca compreender a evolução recente e a distribuição dos depósitos sedimentares em uma plataforma continental que apresenta distinção entre suprimento e dispersão sedimentar através de levantamento sísmico e testemunhos. Foram adquiridos 485 km de registro sísmico e 7 testemunhos por meio de piston core ao longo da plataforma continental centro-norte do Espírito Santo. A análise estratigráfica aponta a presença de três grandes domínios que retratam o processo da última exposição da plataforma e a inundação subsequente. Na porção sul, as seções sísmicas junto com a morfologia atual evidenciam o caráter meandrante do sistema de vales incisos largamente difundidos sobre a plataforma continental durante o último máximo glacial. Rumo ao norte, fora do domínio dos vales incisos, a superfície de exposição passa a ter caráter erosivo até a isóbata de 45 m e grandes incisões fluviais estão ausentes. Na plataforma externa após a isóbata de 45 m e entre os paleocanais ao sul, o caráter erosivo da exposição se apresenta mais regular e suave de alta amplitude sofrendo truncamento apenas na região de incisão fluvial. O preenchimento sedimentar da plataforma após a última inundação aponta para três regimes de sedimentação majoritários: Suprimento, Acomodação e Sedimentação Carbonática. Em termos de deposição holocênica, os testemunhos apresentam heterogeneidades marcantes ao longo da sua descrição e revelam processos sedimentares distintos pós-último máximo glacial. A porção sul da plataforma é recentemente dominada por sedimentos lamosos cascalhosos carbonáticos, enquanto a porção norte é dominada por areia lamosa ou lama arenosa predominantemente terrígena. De fato, plataformas continentais são sistemas altamente complexos e seus depósitos são formados sobre combinações específicas de hidrodinâmica, fisiografia e fonte sedimentar, que permitem a reconstrução paleoambiental do clima e das mudanças oceanográficas. A plataforma continental estudada aponta para uma boa preservação do depósito pós-último máximo glacial por conta da preservação dos vales incisos ao sul e a espessura considerável do pacote lamoso moderno do Rio Doce.por
dcterms.creatorSILVA, A. E.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2017-04-05
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Oceanografia Ambientalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Oceanografia Ambientalpor
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