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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSOARES, L. E.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:43:19Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:43:19Z-
dc.identifier.citationSANDRINI, E. G. C., DA IMAGEM DAS MÃOS AO CORPO SEM ÓRGÃOS: UM OLHAR SOBRE A PERSONAGEM PAULO HONÓRIO DE S. BERNARDO, DE GRACILIANO RAMOSpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/9179-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleDA IMAGEM DAS MÃOS AO CORPO SEM ÓRGÃOS: UM OLHAR SOBRE A PERSONAGEM PAULO HONÓRIO DE S. BERNARDO, DE GRACILIANO RAMOSpor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberCHIARETTO, M
dc.contributor.memberAMARAL, Sérgio da Fonseca
dc.contributor.memberMIRANDA, W. M.
dc.contributor.memberCORREIA, A. M. J.
dc.contributor.memberAZEVEDO FILHO, D. S.
dc.contributor.memberTREFZGER, F. S. P.
dcterms.abstractO corpus de investigação para efetivação desta tese foi o segundo romance de Graciliano Ramos, S. Bernardo. Publicado na primeira metade do século passado, especificamente no ano de 1934, a narrativa constitui-se por relatos da personagem-escritora Paulo Honório, objeto deste estudo. Este teve por objetivo evidenciar como a personagem, moldada a modos de vida organizadores de corpos, torna-se um corpo liberto da interpretação e do juízo, ou seja, um corpo sem órgãos (CsO) corpo desobstruído das organizações dominantes e hierarquizadas, transcendências organizadas para extrair trabalho útil dos indivíduos. Em suma, um novo corpo que, perante o sistema que o governa, ao modo deleuze-guattariano, deriva de um mundo da pura diferença. Abrigada por esse pensar, a reflexão crítico-analítica realizada voltou-se para as relações entre Paulo Honório e as demais personagens principalmente entre ele e Madalena, sua esposa e também entre ele e a arte literária. Assim, à luz dos aportes teóricos de Jacques Lacan, de Sigmund Freud, de Gilles Deleuze e de Felix Guattari, dentre outros, inclusive críticos literários de Graciliano Ramos, o corpo organizado do protagonista vincado pelo meio sócio-político-econômico pôde ser pensado e/ou interpretado em função dessa história desveladora da estranheza desse corpo a começar pelas mãos que, em estilhaço, se refaz num novo corpo, com poder de afetar e ser afetado, o sem órgãos transgressor de modos de vida, denunciador de modelos, padrões e normas arraigadas a uma organização orgânica de corpos. Palavras-chave: Paulo Honório. Mãos. Corpo organizado. Literatura. Corpo sem órgãos.por
dcterms.creatorSANDRINI, E. G. C.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2017-09-28
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Letraspor
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