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Título: A questão da linguagem em Martin Heidegger : entre a técnica e a serenidade
Autor(es): Nascimento, José Vander Vieira do
Orientador: Souza, Thana Mara de
Palavras-chave: Filosofia Contemporânea
Linguagem
Técnica
Pensamento
Data do documento: 6-Jul-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: NASCIMENTO, José Vander Vieira do. A questão da linguagem em Martin Heidegger: entre a técnica e a serenidade. 2017. 107 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais.
Resumo: A presente pesquisa busca compreender a questão da linguagem no pensamento de Martin Heidegger, questionando a forma que a mesma é considerada pelo mundo técnico para, a partir disso, pensar em uma mudança da nossa relação com a linguagem que permita considerá-la de maneira originária ou natural. Tal mudança consiste em pensar em uma forma de se considerar a linguagem que difira diametralmente do modo que a consideramos em meio à época da técnica, para que possamos ganhar sua dimensão originária não tecnicizada, o que também enseja uma crítica que repensa toda a nossa lida com as coisas e com o nosso modo de estar-no-mundo, modo esse que se dá principalmente sob a égide de tal pensamento tecnocientífico. Para isso, é preciso uma mudança de pensamento, que sai do escopo calculador e objetivo da técnica rumo a um pensamento que medita e reflete e que, dessa forma, se dá serenamente. É a partir da atitude que Heidegger nomeia de serenidade para com as coisas, uma forma de habitar essa terra e de nos relacionarmos com o todo dos entes a partir do pensamento que medita e que demora sobre as coisas, que podemos repensar nosso modo de vida calcado em uma concepção prévia do real concebido a partir de uma composição que o torna constantemente disponível para pensarmos posteriormente em uma possibilidade de habitar poética e serenamente nossa terra.
The present research seeks to understand the issue of language in Martin Heidegger's thinking, questioning the way it is considered by the technical world in order to think of a change in our relationship with the language that allows us to consider it in an original or natural way. Such a change consists of thinking of a way of considering language that differs diametrically in the way we consider it in the age of technique, so that we can gain its original, non-technical dimension, which also provokes a criticism that rethinks all the way we deal with things and with our way of being-in-the-world, a mode which is given mainly under such technoscientific thinking. It is necessary a change of thought, which goes beyond the calculating and objective scope of the technique towards a thought that meditates and reflects and which, in this way, takes place serenely. It is from the attitude that Heidegger calls "serenity towards things," a way of inhabiting this earth and of relating to the whole of entes from the thought that meditates and that lingers over things, that we can rethink our way of life - based on a prior conception of the reality that is conceived from an enframing that makes it available - to think of a possibility of inhabiting our land poetically and serenely.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9371
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